O rendimento médio do trabalhador gaúcho subiu, mais ainda em Porto Alegre
A taxa de desemprego do Rio Grande do Sul subiu no primeiro trimestre do ano para 4%, frente aos 3,7% do final de 2025 (mínima histórica). Porém, costuma haver alta neste período do ano, quando terminam os contratos temporários para Black Friday e Natal. Ou seja, a taxa ainda fica abaixo do mesmo período do ano passado, quando o desemprego estava em 5,3% no Estado.
O IBGE estima que sejam 249 mil desempregados. São 78 mil a menos do que no início de 2025. Por outro lado, temos 5,895 milhões trabalhando. A maior parte como empregado com carteira assinada no setor privado (2,53 milhões). Em segundo lugar, estão os trabalhadores por conta própria sem CNPJ (825 mil informais). Ou seja, há espaço ainda para novos saltos nos registros de microempreendedores individuais.
O rendimento médio do trabalhador subiu para R$ 4.127, R$ 215 a mais do que no mesmo período do ano passado. Com isso, a massa salarial total da população gaúcha que trabalha avançou para R$ 23,9 bilhões. Curiosidade: em Porto Alegre, a renda média é bem maior: R$ 6.490. O desemprego, porém, também é mais alto: 4,5%.
No país
Com sua taxa de 4%, o Rio Grande do Sul tem o sétimo menor desemprego do país. O mais baixo, de 2,7%, segue em Santa Catarina. No outro vizinho do Sul, o Paraná, a taxa é de 3,5%.