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Um chamado final da Justiça Eleitoral para as eleições de 2026

A condição de eleitor é a que permite ao cidadão influir nos destinos do país.

Foto: Tribunal de Justiça Eleitoral

Viver em sociedade implica ter compromisso com o destino do país, com o seu futuro, com a preservação do funcionamento democrático de suas instituições. É com essa responsabilidade que vamos manter íntegras as garantias individuais e coletivas que nos garantem as liberdades civis e os direitos sociais, além de dar o norte para que o poder público cumpra com suas atribuições em prol do bem comum, notadamente na prestação de serviços em áreas essenciais, como educação, saúde, saneamento, infraestrutura, mobilidade urbana, segurança pública, logística, geração de emprego e de renda, entre outras.

O meio mais apropriado para assegurar essa continuidade da democracia e o seu aperfeiçoamento passa pela escolha dos nossos governantes e legisladores. É por isso que a Justiça Eleitoral está fazendo um chamado para que todos os brasileiros em condições de votar, caso estejam com alguma pendência, regularizem sua situação até esta quarta-feira, dia 6 de maio, quando vence o prazo para habilitação de eleitores. Após essa data, os não habilitados não poderão participar do pleito e, além desse impedimento, a não regularização pode resultar em diversas sanções, como restrições para tirar passaporte, assumir cargos públicos ou se inscrever em processos seletivos dos entes federados. Todavia, pode-se ver esse processo não como ônus ou obrigação, mas como a oportunidade de escolher aqueles que irão votar as leis federais, distritais e estaduais, como os que irão estar à frente das administrações do país, dos estados e dos municípios. Nessa escolha, é possível buscar candidatos comprometidos com as demandas da coletividade, a exemplo de creches, investimentos em educação, combate ao analfabetismo, aumento da produtividade, etc.

A situação socioeconômica da nação é uma das variáveis dependentes do tabuleiro eleitoral, pois tem relação com a escolha nas urnas. Vem aí uma nova oportunidade para opções de acordo com o entendimento e a visão de mundo de cada um. Examinar o histórico e o conjunto de propostas dos candidatos e eleger os mais bem preparados pode ser um bom começo para quem está insatisfeito. A boa notícia é que a palavra final é sempre do eleitor na condição de cidadão.

Fonte: Correio do Povo

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