
As Feiras da Agricultura Familiar Sabor Gaúcho têm se consolidado como espaços para a comercialização e a valorização da produção rural no Rio Grande do Sul. Mais do que pontos de venda, as feiras são vitrines que dão visibilidade às agroindústrias familiares, ao artesanato rural e à produção de plantas e flores, aproximando agricultores e consumidores.
Viabilizadas por meio da política pública de fomento à agroindústria familiar, operacionalizada pelo Programa Estadual da Agroindústria Familiar (Peaf) e pela Emater/RS-Ascar, as feiras exigem que os participantes estejam formalizados. Para agricultores, é necessário apresentar o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF). Já as agroindústrias precisam estar incluídas no Peaf, o que significa cumprir requisitos sanitários, ambientais e fiscais.
Atualmente, mais de 2 mil agroindústrias gaúchas estão aptas a participar. Em 2025, foram realizadas 137 feiras em todas as regiões do Estado, abrangendo desde grandes eventos, como Expointer, Expoagro e Expodireto, a iniciativas municipais e regionais. Conforme a extensionista da Emater/RS-Ascar, Bruna Bresolin, esse calendário robusto ampliou as oportunidades de comercialização, aumentando a renda das famílias agricultoras e fortalecendo a economia local.
Neste mês de janeiro, estão previstas oito feiras, sendo três delas no Litoral, aproveitando o fluxo turístico da temporada de verão:
- Arroio do Sal (1ª Feira da Agricultura Familiar, de 22 a 25/01)
- Capão da Canoa (Feira da Agricultura Familiar, de 28/01 a 01/02)
- Torres (Feira Sabor Gaúcho, de 28/01 a 02/02)
O calendário completo das feiras, que se estende até dezembro, pode ser acompanhado pelo site da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR).
Fonte: Correio do Povo